terça-feira, 7 de maio de 2013

Ecce invictus



Fala agora! El Muro será o nosso goleiro este ano. Conforma-te!
Este é o posto que abre a semana de comemorações pelos 100% de aproveitamento na modalidade levantamento de caneco da fase Dungo/Às Moska's, ambos invictos. Três títulos em três campeonatos: Taça Piratinica, Taça Pharaoh Pilha e Campeonato Gauchonga. Agora é avivar a Brasa e matar a CoBra.
Estão encerradas as comemorações
Agora a porra ficou séria! O que aconteceu com o time nestes dois últimos jogos? Alcançamos o limite deste grupo? Tenho notado falta de aproximação dos jogadores do meio pra frente. Mas me parece ser uma estratégia do Dungo para abrir o jogo. Mas neste caso dependemos muito de nossos laterais e das jogadas entre Dale e Gabriel, e entre Fabrício e Forlán. Gabriel tem mostrado um declínio por razões que ainda devem ser avaliadas. Tem aparentado estar mais redondo que de costume, principalmente se o compararmos aos seus colegas. Forlán e Fabrício não se entendem por, digamos, uma incompatibilidade de gênios. Dale, Forlán e Fred jogam distantes um do outro, e Damião fica sobrecarregado recebendo lançamentos diretos da zaga. É um tipo de futebol mais objetivo do que aquele que estávamos acostumados, o futebol do toque-toque e cisca-cisca. Demoramos mais a acertar uma jogada, e temos até menos posse-de-bola, mas quando acertamos, muitas vezes o perigo é grande para o adversário. Antes tínhamos o Oscar que dava essa característica ao time por pura vocação, assim como o Giuliano, em menor nível. São jogadores verticais, que erram muito, porque arriscam, e quando acertam criam chances claras de gol. Característica esta que falta ao Fred, que é mais carregador de bola e vale-se de muita movimentação. Um motorzinho estilo Tinga, embora ainda não tenha se encontrado este ano. O jogador mais próximo do estilo dum Oscar que temos no time é o Forlán. Hoje nós invertemos o lado da nossa saída de bola. Antes com Kléber, Guinazu e Dale pela esquerda, hoje fica a cargo de Gabriel, Willians e Dale, pela direita. O Fabrício virou o desafogo, que antes era o Nei. Será interessante saber como o time se comportará com dois laterais técnicos: Gabriel e Kléber. Levanto a questão de que se a dificuldade do Fred em render como ano passado não se deve por jogar isolado, sem a aproximação do outro meia que é o D'Alessandro. Gostaria de ver o Inter usando variações durante o jogo onde os laterais guardassem mais posição para liberarem Fred, D'Alessandro, Forlán e Damião para se aproximarem. Seria um bom descanso para o Damião, que tem sido incansável em campo. E com uma boa movimentação e algum entrosamento esse quarteto pode enlouquecer defesas. Há os que dizem que até agora não enfrentamos nenhum time em nível de série A. É verdade, mas estes times "menores" armam retrancas para nos enfrentar. E quando resolvem jogar de igual para igual tomam goleada, como foi com o Jumentude, na fase de grupos. Jogo que consagrou o entrosamento entre Forlán e Damião, que fizeram a festa na linha de impedimento da defesa Jumenta. Precisamos contratar um meia-atacante incisivo para jogar ao lado do D'Alessandro. Estilo um Kaká, um Oscar, um Giuliano. Temos ainda  Caio, Otávio e Dátolo, além do VitoJúnio. Mas não dá pra levar nenhum desses como solução. Se vingarem ainda este ano, ótimo, mas não é o que se espera. Mas ainda quero ver jogos contra times do tamanho do Inter. Estou curioso pra ver como se comportará esse ataque e essa defesa, além do nosso preparo físico. O futuro ainda é uma incógnita...
Isto é o que fica pra história

FALA AGORA DO NOSSO CAPITÃO!!!

BENZADEUS! (Le Ruque-Raque Blogue & The Black Tape Project)

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