Mostrando postagens com marcador Uniforme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Uniforme. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de dezembro de 2024

Dezembro Colorado 2024: Dois sistemas de numeração (propostas) + Varzileirão© #36 #37 #38


1%
de chance!
3 decisões!
16 jogos invicto!
(4 empates)
90,9% de aproveitamento!
líder do returno!

★★★
As duas propostas a seguir visam estabelecer dois sistemas pra numeração das camisolas coloradas.
A motivação pra tanto adveio da relevância em contrapor a promiscuidade pós-moderna que se instalou às costas dos boleiros profissionais não só do S.C. Internacional, mas de praticamente todos os clubes pindorâmicos e alienígenas. Essa intenção já foi manifestada na bostagem anterior (nov/2024). Não se trata de conservadorismo, porquanto não se pretende retomar a clássica ordenação de 1 a 11 da época em que as funções no relvado pareciam espelhar o futebol de botão (aka de mesa); e tampouco de invencionice, ainda que num primeiro momento possa haver estranheza quanto à aparente arbitrariedade dos critérios e resultados.

O principal da presente iniciativa é que ambos os sistemas resguardarão os nossos pranteis (sic) de ostentarem uma numeração aleatória, à mercê de estrelas, asteroides, satélites, cometas, meteoros e meteoritos.

Ambos os sistemas são baseados em parâmetros nada menos que objetivos: o primeiro é cronológico, utilizando o ano de nascimento e, secundariamente, a idade de estreia/renascimento; o segundo, que tem caráter alternativo, é posicional, partindo das cinco posições básicas. Dito doutro modo: o primeiro tem aspecto diacrônico e circular; o segundo, sincrônico e pontual. A este, o mais simples dos dois, denominei Pósitron; àquele, Crônicon.

★★★ 

Decerto o Clube do Povo vai preferir o Sistema nº 1 (Crônicon), embora possa muito bem optar pelo nº 2 e até por ambos: e.g. o nº 1 na equipa masculina e o nº 2 na feminina, ou o nº 1 na camisola I e o nº 2 na II, ou ainda, uma no Brasa e outra na Cobra — na Libertas porém a Conmebol impõe a progressão a= 1n - 0 (de 1 a 99, sendo o 1 exclusivo do goleiro).

O apelo lato sensu do Sistema nº 1 reside no vislumbre da temporalidade de cada centúria, na cosmologia do eterno retorno a cada virada de século. Para todo indivíduo, o ano em que veio ao mundo (e também a idade, e ainda o dia de aniversário) é inseparável de sua identidade como vivente comovente; torcedor ou boleiro, uma camisola com o seu ano de nascimento (ou a idade) tem um significado especial, que o situa no aqui-e-agora e ao mesmo tempo o põe em perspectiva com o horizonte de eventos. Num momento intimista, poderá perguntar-se: — Quem envergará a camisola com meu número daqui a uns cem anos? — Esse alguém olhará pra trás, em busca de seu antecessor?"...

Como qualidade adicional, o Sistema nº 1 previne que a série de 1 a 11 seja banalizada por reservas e titulares medíocres, uma vez que a atribuição dos números de 0 a 99 (e não de 1 a 99) independe de escolhas. Tudo estaria perfeito se nenhum de nossos sujeitos nascesse no mesmo ano. E por que raios alguns deles nascem no mesmo ano?! Resposta: porque a profissão comporta uma janela relativamente estreita, de 10 a 15 anos mais ou menos — dos quase 20 aos 30 e poucos (noutras profissões a vida útil fica por aí, e.g. o meretrício). Não sendo lícito (e nem lógico) dois ou mais atletas dum mesmo elenco serem identificados com o mesmo número, e esse universo tendo cerca de 30 elementos e faixa etária restrita, um sistema que se baseie no ano de nascimento requererá critérios de "desempate", a fim de atribuir outros números. Ciente disso e decidido a manter o caráter temporal do sistema, estipulei que a idade da estreia na equipa definiria a primazia de estampar o ano de nascimento, enquanto essa mesma idade da estreia seria o número de quem estreou depois. Só que, não bastando dois critérios, foi necessário estipular um terceiro e quarto, a saber, pela inversão dos dois primeiros, simbolizando a arbitrariedade do tempo e o postulado de que ele não é unidirecional como uma flecha do passado através do presente rumo ao futuro; ademais, a intrusão desses números invertidos tem o mérito de quebrar a monotonia da previsibilidade que os dois critérios-base proporcionam. O acaso também tem ainda outras possibilidades: o número coincidir dia do aniversário, o zero ficar com lateral esquerdo, etc.

★★★ 
1617122006

Por falar em zero, essa inestimável invenção/descoberta da humanidade, a principio não o tinha incluído na numeração, que se limitou aos inteiros de 1 a 99; porém, como o Sistema nº 1 se baseia no ano de nascimento, ficaria incorreto desconsiderá-lo, sem falar que a sua falta deixaria no limite os critérios devido ao fato de nada menos que quatro jogadores terem nascido no ano 2000. E agora me dei conta de que a coincidência supracitada provavelmente levaria séculos pra se consumar, ao passo que um dos quatro atuais que nasceram no ano 2000 é, vejam bem, lateral esquerdo! Porém não foi ele que estreou primeiro — estreou em segundo... Diante desse detalhe inadmissível, sou obrigado a fazer um adendo (cf. infra "Parâmetros e critérios").     

Quanto ao Sistema nº 2 (Pósitron), este também evita a referida banalização das camisolas de 1 a 11, e não porque exclui os números 6, 7, 8 e 9, mas porque ressignifica os demais (1, 2, 3, 4, 5, 10 e 11) ao subordiná-los ao pentagrama em que está classificado nosso plantel: Goleiro (1, 10, 11, 21...); Zagueiro (2, 20, 21, 22...); Lateral (3, 30, 31, 34...); Meio-campista (4, 40, 41, 42...); Atacante (5, 50, 51, 52...). 

Enfim, vejamos na prática como fica a numeração a partir desses dois sistemas.

★★★

 PARÂMETROS E CRITÉRIOS DO SISTEMA CRÔNICON

Proposta baseada no ano de nascimento e na idade de estreia/renascimento. 

Numeração de 0 a 99 definida pelos seguintes parâmetros:

  1. Ano-de-nascimento
  2. Idade-de-estreia*
  3. Ano-de-nascimento invertido
  4. Idade-de-estreia invertida

*estreia = renascimento.

Critérios

  • Havendo empate tanto no ano-de-nascimento como na idade-de-estreia, o ano fica com o jogador mais velho;
  • Havendo empate no ano-de-nascimento, mas estreia pendente, o ano fica com quem já estreou.
  • Persistindo outro empate, a primeira opção é o ano-de-nascimento invertido e a segunda o ano-de-estreia invertido.

Regra especial em relação ao número 0: 

O lateral esquerdo nascido em ano 00 receberá a camisola 0, salvo se houver outro lateral esquerdo que tenha nascido no mesmo ano (nesse caso, serão considerados os critérios de desempate). Se não houver nenhum lateral esquerdo nascido em 00, a camisola 0 ficará disponível às demais posições.*


PLANTEL COLORADO — NOV/2024

NOME | NASC. | ESTREIA | Nº ATUAL | NOVO Nº

Anthoni → 23/01/2002 → 21/01/2024 → 24 → 2
Fabrício → 07/01/1986 → n/a → 12 → 86
Ivan Q. → 07/02/1997 → 21/01/2024 → 22 → 79
Kauan J. → 27/04/2003 → a estrear → 22 → ???
S. Rochet → 23/03/1993 → 23/07/2023 → 1 → 93
A. Rogel → 17/10/1997 → 11/08/2024 → 18 → 26
Clayton S. → 04/04/2000 → 29/09/2024 → 20 → 24
G. Mercado → 18/03/1987 → 22/08/2021 → 25 → 87
Vitão → 02/02/2000 → 26/04/2022 → 44 → 22
A. Bernabei → 24/09/2000 → 10/04/2024 → 26 → 0*
Braian A. → 27/08/2000 → 21/11/2024 → 35 → 42
Nathan → 05/09/2001 → 01/09/2024 → 23 → 10
Renê → 14/09/1992 → 17/04/2022 → 6 → 92
A. Patrick → 13/05/1991 → 08/05/2022 → 10 → 91
B. Gomes → 04/04/2001 → 12/03/2022  → 15 → 1
B. Henrique → 21/10/1989 → 29/07/2023 → 8 → 33
B. Tabata → 30/03/1997 → 14/08/2024 → 17 → 27
Fernando → 25/07/1987 → 13/03/2024 → 5 → 36
G. Carvalho → 17/08/2007 → 16/06/2024 → 34 → 7
G. Prado → 06/06/2005 → 03/02/2024 → 47 → 5
Hyoran → 25/05/1993 → 21/01/2024 → 7 → 30
Rômulo → 01/03/2000 → 15/04/2023 → 40 → 23
T. Maia → 23/03/1997 → 02/04/2024 → 29 → 97
E. Valéncia → 04/11/1989 → 09/07/2023 → 13 → 89 
L. Alário → 08/10/1992 → 21/01/2024 → 31 → 31
Lucca → 02/04/2003 → 21/01/2023 → 45 → 3
R. Borré → 15/09/1995 → 13/03/2024 → 19 → 95
R. Mathias → 25/07/2006 → 11/08/2024 → 49 → 6
Wanderson → 07/10/1994 → 23/04/2022 → 11→ 94 
Wesley → 30/03/1999 → 25/02/2024 → 21 → 99
camisola I Adidas Inter 24/25: BERNABEI 0 (Sistema Crônicon)

★★★

PARÂMETROS E CRITÉRIOS DO SISTEMA PÓSITRON

Proposta baseada na posição.

Numeração segue as 5 posições: 

  • Goleiro é 1, 10, 11, 12...
  • Zagueiro é 2, 20, 21, 22... 
  • Lateral é 3, 30, 31, 32...
  • Meio-campista é 4, 40, 41, 42...
  • Atacante o 5, 50, 51, 52... 

Critérios

  • Data de estreia.
  • Se dois ou mais jogadores estrearem na mesma data, o mais velho fica com o menor número.

*estreia = renascimento.

 

PLANTEL COLORADO — NOV/2024

NOME | NASC. | ESTREIA | Nº ATUAL | NOVO Nº

Anthoni → 23/01/2002 → 21/01/2024 → 24 → 11
Fabrício → 07/01/1986 → n/a → 12 → 12
Ivan Q. → 07/02/1997 → 21/01/2024 → 22 → 10
Kauan J. → 27/04/2003 → a estrear → 22 → 13
S. Rochet → 23/03/1993 → 23/07/2023 → 1 → 1
A. Rogel → 17/10/1997 → 11/08/2024 → 18 → 21
Clayton S. → 04/04/2000 → 29/09/2024 → 20 → 22
G. Mercado → 18/03/1987 → 22/08/2021 → 25 → 2
Vitão → 02/02/2000 → 26/04/2022 → 44 → 20
A. Bernabei → 24/09/2000 → 10/04/2024 → 26 → 30
Braian A. → 27/08/2000 → 21/11/2024 → 35 → 32
Nathan → 05/09/2001 → 01/09/2024 → 23 → 31
Renê → 14/09/1992 → 17/04/2022 → 6 → 3
A. Patrick → 13/05/1991 → 08/05/2022 → 10 → 40
B. Gomes → 04/04/2001 → 12/03/2022  → 15 → 4
B. Henrique → 21/10/1989 → 29/07/2023 → 8 → 42
B. Tabata → 30/03/1997 → 14/08/2024 → 17 → 48
Fernando → 25/07/1987 → 13/03/2024 → 5 → 45
G. Carvalho → 17/08/2007 → 16/06/2024 → 34 → 47
G. Prado → 06/06/2005 → 03/02/2024 → 47 → 44
Hyoran → 25/05/1993 → 21/01/2024 → 7 → 43
Rômulo → 01/03/2000 → 15/04/2023 → 40 → 41
T. Maia → 23/03/1997 → 02/04/2024 → 29 → 46
E. Valéncia → 04/11/1989 → 09/07/2023 → 13 → 51 
L. Alário → 08/10/1992 → 21/01/2024 → 31 → 52
Lucca → 02/04/2003 → 21/01/2023 → 45 → 50
R. Borré → 15/09/1995 → 13/03/2024 → 19 → 54
R. Mathias → 25/07/2006 → 11/08/2024 → 49 → 55
Wanderson → 07/10/1994 → 23/04/2022 → 11→ 5 
Wesley → 30/03/1999 → 25/02/2024 → 21 → 53

★★★

  •     2 links (dentre vários) sobre o assunto em tela:

★★★

Ultraje a Rigor - Inútil (Clipe)

RESENHAGEM OFICIAL:
Flamingo 3 x 2 (36ª rodada)
5º lugar (vaga na fase grupal da L.A.2024)

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Larga a Fanta!

Noite dessas passei delirando num semissono danado, como tantas outras intranquilas e maldormidas das quais despertei metamorfoseado num baratão. Limito-me a relatar a parte a ver com o leitmotiv deste bulogue.

Saturado de dívidas, campanhas medíocres, falta de caneco (sequer Gauchonga), contratações e renovações esdrúxulas, flertes com a Segundona, cagadas a torto e a direito, enfim, perigando soçobrar contra os escolhos mas sendo impelido no instante derradeiro a uma guinada providencial, qual seja, aderir à tendência dos clubes-empresa — a partir do bem-sucedido exemplo do Redbull Bregantino a.k.a. Energético, que mês passado nos comprou o xófen Práxédis (pronúncia nordestina), quando deveria ter sido o contrário — calhou de o Clube do Povo ser vendido à Fanta (pertencente à Cueca-Cuela Company), que aliás tem uma história fantastisch, com origem no Terceiro Reich graças à Phantasie/Fantasie* que rolava na incrível fábrica de refrigerante, logo se tornando a bebida predileta do Führer (podia faltar qualquer coisa no Bunker, menos ela); finda a guerra, os ianques (com seus tanques) tomaram posse da marca e, nas décadas subsequentes, foram emplacando diversas versões mundo afora  Heil, Fanta!

* Ué, o nome Fanta não vem de anta?

Minha hipótese é de que Fanta remonte ao Fantomas (1911)
Coincidência ou não, tem até um DJ...

Com isso, após muito brainstorming inútil duma força-tarefa composta por poetastros e marqueteiros à procura do nome pra rebatizar o S. C. Internacional, eis que o Saci, correndo por fora num pé de vento, soltou estrepitoso peido a.k.a. pum a.k.a. traque a.k.a. flato (se o soltou, foi porque estava preso) e — heureca! — matou a charada: Sport Club Fantacional©. Ato contínuo, disparou torpedo ao presidente (que, embora promovido nessa nova ordem à condição de enfeite, como um monarca no parlamentarismo, portanto não dando mais as cartas nem nada, ainda gozava de certa ascendência), e ele teve a felicidade, a lucidez de achar “genial”, “superperfumado”, “sensacional” etc. o meu insight, prometendo convencer os responsáveis pelo projeto. Dito e feito! 

Protótipo do lôgo a ser estampado na frente do manto 1.

Protótipo do lôgo a ser estampado na frente do manto 2.

A essa altura, já estava eleito o sabor do refri: Laranja, do qual Pindorama é o maior mercado mundial. O próximo passo foi repaginar escudo e uniforme. Surgiram quanto às cores duas ideias, em princípio simples: botar laranja no lugar ou do branco, ou do vermelho — esta opção com a vantagem de deixar bem leve o visual se comparada àquela, além de remeter à “laranja mecânica” e seu carrossel (tipo o lôgo do Blogger, laranja sobre branco), bem como ilustrar melhor o produto. Contudo, branco com laranja (alviflâmeo, alvilúteo) modificaria deveras a identidade do Inter, não mais lhe cabendo o epíteto “Colorado” (quem sabe num terceiro uniforme). Em contrapartida, a despeito de nos livrarmos do indefectível “branco-sujo”, vermelho com laranja (rubrolúteo, luteirrubro) ficaria meio carregado, como a nossa Camisa 3 Adidas 20/21 (promo -60%) com que pretenderam homenagear o poente do Guaibão (talvez ela tenha desagradado a torcida antes por ser listrada do que pela combinação), ou nem tanto, como o Shorts 3 Internacional 20/21.

 A curiosa história da Fanta

Adveio então uma terceira via, que se poderia dizer dialética: o amarelo-fanta no lugar do branco! Quem se apressou a objetar que a cor em apreço é o laranja, em consonância com o sabor (ambos com função sinestésica, i.e. cor e nome da cor ajudando na percepção do gosto como sendo o do próprio suco da fruta, só que melhor porquanto frisante etc.), ouviu como tréplica serem o vermelho e o amarelo cores primárias de cuja mistura — todo mundo o sabe desde a creche — obtemos o laranja! Desconheço clubes com essas duas cores (achei o Syrianska FC, clube sueco fundado em 1977 por refugiados arameus/siríacos e que, pelo visto, tem a Adidas como fornecedora — apesar de na página oficial o ex-treineiro estar vestindo Nike). De qualquer modo, o amarelo — e mesmo o amarelo com vermelho — não deixa de ser familiar à torcida colorada: outrora, por ocasião do centenário, tivemos a camisola Reebok dourada (maionese radiativa); depois a Internacional III 2014 Nike (amarelo-canário), comemorativa da Copa do Mundo; agora temos a Treino 21/22 Adidas (amarelo-enxofre), o Moletom Treino (idem) e a Goleiro Internacional II 21/22 (amarelo-pintinho mesclado). 

Colorado: de alvirrubro a flavirrubro.

Ademais, se considerarmos semioticamente a cor do relvado na composição, estaremos diante da bandeira do Rio Grande do Sul, ao passo que, se nos limitarmos às cores do recém-nascido clube-empresa, aludiremos ao cartão vermelho e o amarelo. Ou seja, tudo a ver com tudo!

Quanto ao escudo, basta trocar o I por F (além do branco por amarelo) — minhas habilidades em design se resumem ao Paint, por isso vou ficar devendo a figura.

Se quiser continuar sendo mascote, o Saci terá de dançar conforme a música... (Tequila Sunrise na veia!)

Como a grana pra reforços deixou de ser problema, poderemos bancar reforços de peso; e.g. realizando o sonho dalgumas saudosas viúvas ao comprar de volta o Zyklops (aglutinação de Nico Lopes + síncope do e → Niclops; N girado no sentido horário → Z; iy; ck; pronúncia como Cyclops em inglês, porém com Z → “Záiclops”), mesmo saindo bem mais do que o preço de venda, pois ele se valorizou muito no endinheirado Tigres após sofrer mutação enquanto sua equipa disputava o Mundial no Catar, mutação essa que não apenas o deixou com um zoião em vez de dois zoinho, mas que também lhe alterou o nome de batismo (por acaso hoje, dias depois de eu ter escrevinhado essas linhas, me deparei com a notícia de que o Ajax estaria interessado no atacante dentuço).

Clube-emplesa não é pla quem tem o labo pleso!

Tal como ocorre com outros patrocinadores da dupla brenau, obrigados a agradar nestas bandas a gregos e troianos (e.g. a recente estreia da Americanas no mundo da bola), a Fanta decerto fechará também com o Gremo, na versão Uva (provável nome: Fantêmio).

Os grandes que se liguem porque, quando até o Íbis se assanha no mercado, não dá pra bobear!

ファンタ Beba com imoderação!

NOTA:
O título deste póstch vem do Ludopédio a.k.a. Noticioso Colorado: esses tempos o Sandroka's (a.k.a. Sandro Luís), em reação ao Skrotinho 2 (a.k.a. DeLeo a.k.a. Leozinho Derrota) disse-lhe “Para de tomar Fanta”, a seguir isso virou galhofa pelo Djamarro com “Larga a Fanta” etc., também o Reinato Rolim et alii, e eu daí entrei na onda. Me dei ao trabalho de fazer uns prints, mas a definição ficou ruim (igual poluiria o visual). As principais bostagens são as seguintes (Ctrl F Fanta):
https://noticiosocolorado.blogspot.com/2021/05/libertadores-2021-olimpia-par-x.html
https://noticiosocolorado.blogspot.com/2021/05/cabra-2021-internacional-x-sport-30-05.html
https://noticiosocolorado.blogspot.com/2021/06/internacional-x-ceara-varzileirao-5.html


O referido é verdade e dou fé.

Henze sapiens saciensis 

Wintergatan - Marble Machine (music instrument using 2000 marbles)

P. S. [10/7/21]: segundo informes confidenciais, não foram satisfatórias as primeiras tentativas de adaptar o escudo do clube, i.e. apenas trocar o I pelo F, entrelaçando-o com o S e o C; por sua vez, a empresa acenou com uma remodelação total, algo que expresse melhor a parceria, cf. imagem infra.

BENZADEUS! (Le Ruque-Raque Blogue & The Black Tape Project)